Aquele que...

Aquele que tentou e não conseguiu é superior àquele que nada tentou. (Bud Wilkinson)
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terça-feira, 17 de setembro de 2013

O Mistério de um Dia





A sua voz se fez suave dentro de mim,
Não entendia todo o mistério que envolvia,
todo o mistério que se fazia, todo o mistério que
acontecia...

Chegou de mansinho, numa tarde vazia,
expectativas não havia, de repente, mudanças ocorriam
Foi ficando, ficando, e sem percebermos, volta não teria.

Só basta aceitar tudo que o tempo promete por um amor
que acontece no mistério que um dia, sem esperar nasceria
Até onde isso nos levará, creiamos, mistério que nos
envolve e nos dar alegria.

Sandra Cavalheiro - 2013


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terça-feira, 27 de agosto de 2013

COMO EVITAR O ESGOTAMENTO DO PROFESSOR



Por Katrina Cassel, M. Ed.


Se você estiver passando por um esgotamento, saiba que irá superá-lo.
Se este não for seu caso, saiba como preveni-lo no futuro!

A Karen acordou cedo. Lutou com o desejo de permanecer na cama por mais algumas horas. Antes a Karen amava levantar-se cedo e rever a lição da Escola Sabatina. Tinha um desejo muito forte de partilhar a Palavra com sua classe dos juvenis.
Muitas vezes a Karen se dedicava a orar por seus alunos durante a semana. Agora questiona se algum de seus alunos de fato ouviu ou mesmo sentiu algum desejo de estar na sua classe, na igreja.
Será que realmente os estava ensinando? A falta de atenção e interesse dos alunos levou-a ao desânimo. Até chegar ao ponto em que estudar a lição, semana após semana, parecia-lhe um desperdício de tempo e esforço inútil.
Esses pensamentos a levaram a se sentir ainda pior. Finalmente, decidiu ligar para a líder da divisão. O simples fato de partilhar seus sentimentos com essa amiga deu-lhe ânimo. A líder não a condenou, antes sugeriu que marcassem alguns encontros para trocar idéias.
A Karen está entre os milhares de professores que passam pelos mesmos sentimentos e preocupações. Ensinar, às vezes, é uma tarefa esmagadora. Quer você esteja ensinando a pré-escolares ou a juvenis, a lição deve ser preparada e ensinada a cada semana. Isso exige tempo, dedicação e perseverança.

SINAIS DE ESGOTAMENTO

Sinto satisfação ao preparar a lição semanal – ou luto para prepará-la?
Dou vida à lição – ou apenas apresento o material?
Preparo e ensino a lição com entusiasmo – ou é apenas algo que eu faço?
Sou positivo na forma como vejo minha classe? – ou temo enfrentar os alunos a cada semana?
Os alunos fazem perguntas que me desafiam – ou eles me perturbam?

AS MESMAS VELHAS ROTINAS

Maria está diante de seus alunos. “Peguem suas Bíblia e juntos vamos ler nosso verso em Gênesis”, ela fala em tom monótono. Os alunos escorregam na cadeira.
Eles repetem a mesma velha rotina a cada semana. Primeiro, lêem a passagem. Então, ela conta a história. Depois revêem o verso Bíblico da semana. Finalmente, chega a hora de encerrar a classe e eles vão para a nave da igreja para assistir ao culto. Os trinta minutos se assemelham a uma eternidade. Tanto a Maria quanto os alunos se sentem enfadados e frustrados. Deve haver alguma forma melhor de ensino do que essa.
O esgotamento é resultado dessas velhas rotinas. Varie sua apresentação. Providencie roupas para que seus alunos possam vestir e encenar a história. Ajude-os a escreverem a história no formato de peça. Ensaiem e se apresentem em outra classe. Utilize o debate e a discussão com alunos mais velhos. Incorpore vídeos e música em suas lições. Tente algo novo, pelo menos uma vez por mês para corresponder às expectativas de sua classe.

TRABALHAR SOZINHO

O Marcos franze a testa diante da lição. Olha para o relógio, são 11 horas da noite, ele tem de ensinar a lição na classe na próxima manhã. Além disso, tem de organizar as equipes para as atividades missionárias, escolher as pessoas que irão trabalhar na próxima conferência e prover alojamento para as famílias que estão vindo para participar nesse programa.
Marcos colocou a cabeça entre as mãos.
Por que sempre tinha tanto a fazer?
Onde poderia encontrar mais tempo?
Ele acabava ficando acordado até altas horas da noite e passava pouco tempo com sua família.
Outra causa para o esgotamento é fazer muito sozinho. Se você ensina sozinho, peça a um amigo ou cônjuge para ajudá-lo em suas atividades. Se você ensina crianças pequenas, um adolescente pode ajudar – para o benefício dele como também do seu.

Seja criativo.

Um adolescente pode liderar os hinos;
outro pode ensinar o verso bíblico.
Peça a seu assistente para ajudá-lo na disciplina ou para ensinar parte da lição.
Nas classes com crianças mais velhas, o assistente pode apresentar o material introdutório ou parte da lição. Se isso não for possível, peça a um membro da classe para estudar uma passagem bíblica ou uma parte da lição e apresentá-la à classe.
Considere a possibilidade de eliminar os projetos extras que consomem seu tempo.
 Sugira a outros para tomar o seu lugar. Isto lhe irá permitir usar seu tempo onde ele é mais necessário, e ver que outros também estejam envolvidos.

VOCÊ TAMBÉM PRECISA DE ALIMENTO

A Janete olhou para o relógio. “A lição terminou, vamos orar”, ela disse rapidamente. Tinha de correr e tocar o piano para o início do culto.
Hoje não é meu dia, ela pensou. Ela deveria ter preparado um bolo na sexta-feira para o almoço na igreja, mas esteve tão ocupada na sexta-feira que não teve tempo. Estava tão cansada que não conseguira acordar cedo e assim não lhe foi possível ler a Bíblia e orar antes de sair para a igreja. Como seria maravilhoso se eu tão somente pudesse sentar-me e apreciar os hinos e a mensagem, ela considerava em seu coração enquanto ouvia o canto congregacional.

O esgotamento ocorre quando você está constantemente dando e não recebendo suficiente alimento espiritual. O estudo pessoal da Bíblia e a oração são vitais para alimentá-los espiritualmente. É também importante assistir regularmente aos cultos da igreja. Se você trabalha com o Clube dos Desbravadores, com o coral e ajuda no programa dos juvenis, talvez esteja deixando de lado suas necessidades espirituais. Você deve ser espiritualmente alimentado. Não se sobrecarregue com muitas atividades a ponto de perder continuamente o culto. Permita-se a possibilidade de ouvir a Palavra e de desfrutar do companheirismo dos demais crentes.

O QUE VOCÊ ENTENDE POR AJUDA?

A Karen terminou o ensino da lição e olhou para sua classe. Todos estavam com os olhos pregados nela. Seus olhos brilhavam cheios de interesse! A reunião da Karen com sua supervisora lhe havia dado novas idéias para agir com os alunos. A líder havia sugerido algumas perguntas para serem usadas durante a lição, retomando a lição da semana anterior.
Ela ajudou a Karen a escrever parte da lição para ser ensinada com encenação. Melhor ainda, ela pediu para que a Michele, uma jovem da igreja, a ajudasse. A Michele tinha muitas idéias e era muito animada. Amava ao Senhor e desejava ter um lugar onde ajudar. Ela organizou os testes bíblicos dando à Karen a possibilidade de se organizar para o ensino da lição.
Que alegria a Karen sentiu quando viu os alunos deixarem a classe entusiasmados a respeito da lição. A Karen suspirou e leu novamente o verso que havia ensinado aos alunos:
 “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão”
 (I Coríntios 15:18).

Você deve ser espiritualmente alimentado. Não se sobrecarregue com muitas atividades a ponto de perder continuamente o culto. Permita-se a possibilidade de ouvir a Palavra e de desfrutar do companheirismo dos demais crentes.

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RUBEM ALVES: A ARTE DE PRODUZIR FOME



Adélia Prado me ensina pedagogia. Diz ela: "Não quero faca nem queijo; quero é fome". O comer não começa com o queijo. O comer começa na fome de
comer queijo. Se não tenho fome é inútil ter queijo. Mas se tenho fome de queijo e não tenho queijo, eu dou um jeito de arranjar um queijo...

Sugeri, faz muitos anos, que, para se entrar numa escola, alunos e professores deveriam passar por uma cozinha. Os cozinheiros bem que podem dar  lições aos professores. Foi na cozinha que a Babette e a Tita realizaram suas feitiçarias... Se vocês, por acaso, ainda não as conhecem, tratem  de conhecê-las: a Babette, no filme "A Festa de Babette", e a Tita, em "Como Água para Chocolate". Babette e Tita, feiticeiras, sabiam que os banquetes não começam com a comida que se serve. Eles se iniciam com a fome. A verdadeira cozinheira é aquela que sabe a arte de produzir fome...

Quando vivi nos Estados Unidos, minha família e eu visitávamos, vez por outra, uma parenta distante, nascida na Alemanha. Seus hábitos germânicos eram rígidos e implacáveis.

Não admitia que uma criança se recusasse a comer a comida que era servida. Meus dois filhos, meninos, movidos pelo medo, comiam em silêncio.
Mas eu me lembro de uma vez em que, voltando para casa, foi preciso parar o carro para que vomitassem. Sem fome, o corpo se recusa a comer.
Forçado, ele vomita.

Toda experiência de aprendizagem se inicia com uma experiência afetiva. É a fome que põe em funcionamento o aparelho pensador. Fome é afeto. O pensamento nasce do afeto, nasce da fome. Não confundir afeto com beijinhos e carinhos. Afeto, do latim "affetare", quer dizer "ir atrás". É o movimento da alma na busca do objeto de sua fome. É o Eros platônico, a fome que faz a alma voar em busca do fruto sonhado.

Eu era menino. Ao lado da pequena casa onde morava, havia uma casa com um pomar enorme que eu devorava com os olhos, olhando sobre o muro. Pois
aconteceu que uma árvore cujos galhos chegavam a dois metros do muro se cobriu de frutinhas que eu não conhecia.
Eram pequenas, redondas, vermelhas, brilhantes. A simples visão daquelas frutinhas vermelhas provocou o meu desejo. Eu queria comê-las.

E foi então que, provocada pelo meu desejo, minha máquina de pensar se pôs a funcionar. Anote isso: o pensamento é a ponte que o corpo constrói a fim de chegar ao objeto do seu desejo.

Se eu não tivesse visto e desejado as ditas frutinhas, minha máquina de pensar teria permanecido parada. Imagine se a vizinha, ao ver os meus olhos desejantes sobre o muro, com dó de mim, tivesse me dado um punhado das ditas frutinhas, as pitangas. Nesse caso, também minha máquina de pensar não teria funcionado. Meu desejo teria se realizado por meio de um atalho, sem que eu tivesse tido necessidade de pensar. Anote isso também: se o desejo for satisfeito, a máquina de pensar não pensa. Assim, realizando-se o desejo, o pensamento não acontece. A maneira mais fácil de abortar o pensamento é realizando o desejo. Esse é o pecado de muitos pais e professores que ensinam as respostas antes que tivesse
havido perguntas.

Provocada pelo meu desejo, minha máquina de pensar me fez uma primeira sugestão, criminosa. "Pule o muro à noite e roube as pitangas." Furto, fruto, tão próximos... Sim, de fato era uma solução racional. O furto me levaria ao fruto desejado. Mas havia um senão: o medo. E se eu fosse pilhado no momento do meu furto? Assim, rejeitei o pensamento criminoso, pelo seu perigo.

Mas o desejo continuou e minha máquina de pensar tratou de encontrar outra solução: "Construa uma maquineta de roubar pitangas". McLuhan nos ensinou que todos os meios técnicos são extensões do corpo. Bicicletas são extensões das pernas, óculos são extensões dos olhos, facas são extensões das unhas.

Uma maquineta de roubar pitangas teria de ser uma extensão do braço. Um braço comprido, com cerca de dois metros. Peguei um pedaço de bambu.
Mas um braço comprido de bambu, sem uma mão, seria inútil: as pitangas cairiam.

Achei uma lata de massa de tomates vazia. Amarrei-a com um arame na ponta do bambu. E lhe fiz um dente, que funcionasse como um dedo que segura a fruta. Feita a minha máquina, apanhei todas as pitangas que quis e satisfiz meu desejo. Anote isso também: conhecimentos são extensões do corpo para a realização do desejo.

Imagine agora se eu, mudando-me para um apartamento no Rio de Janeiro, tivesse a idéia de ensinar ao menino meu vizinho a arte de fabricar maquinetas de roubar pitangas. Ele me olharia com desinteresse e pensaria que eu estava louco. No prédio, não havia pitangas para serem roubadas.
A cabeça não pensa aquilo que o coração não pede. E anote isso também: conhecimentos que não são nascidos do desejo são como uma maravilhosa
cozinha na casa de um homem que sofre de anorexia. Homem sem fome: o fogão nunca será aceso. O banquete nunca será servido.

Dizia Miguel de Unamuno: "Saber por saber: isso é inumano..." A tarefa do professor é a mesma da cozinheira: antes de dar faca e queijo ao aluno, provocar a fome... Se ele tiver fome, mesmo que não haja queijo, ele acabará por fazer uma maquineta de roubá-los. Toda tese acadêmica deveria ser isso: uma maquineta de roubar o objeto que se deseja...

Rubem Alves, 68, é educador e psicanalista. Está relendo "O Livro dos Seres Imaginários", de Jorge Luis Borges. Acabou de escrever um livro
para suas netas —uma máquina do tempo a viajar pelo seu mundo de menino. Conta da casa de pau-a-pique, do fogão de lenha, do banho na bacia.
Lançou "Conversas sobre Política" (Verus).

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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Brinquedos Essenciais Para Cada Fase da Vida do Bebê


Quais os melhores brinquedos para esta fase?

Enquanto são bebês (dos zero aos 23 meses), o desenvolvimento ocorre de forma muito acelerada. Cada mês é uma descoberta. Logo no início,
brinquedos que estimulam a audição e a visão, como móbiles e chocalhos, são os mais indicados. Em seguida, entram em cena peças para encaixe,
que estimulam a coordenação motora por tentativa e erro, e os bonecos.

Veja a seleção de brinquedos orientada por Melina Blanco Amarins, psicóloga responsável pela brinquedoteca do Hospital Israelita Albert Einstein; e Teresa Ruas, terapeuta ocupacional especialista em desenvolvimento infantil.

Móbile

O mobile é quase sempre o primeiro brinquedo pelo qual um bebê se interessa. Isso porque, embora não consigam usá-los de forma muito complexa, desde os primeiros dias de vida, as crianças já têm os sentidos bastante aguçados. Quando posicionados ao alcance da visão (até um palmo ou cerca de 20 centímetros de distância do nariz durante o primeiro mês, distância que, a partir de então aumenta progressivamente), objetos de cores fortes e marcantes tornam-se muito interessantes.
Aqueles com músicas são ainda mais bacanas porque estimulam também a audição. Entretidos, os recém-nascidos costumam se acalmar e até pegar no
sono tranquilamente.
Ao escolher um móbile, uma boa ideia é observá-lo de baixo, pela mesma perspectiva do bebê, e checar se ele é mesmo atraente. Mas fique atento: por volta dos 5 meses, o brinquedo torna-se perigoso porque a criança já consegue alcançá-lo e agarrá-lo e pode derrubá-lo sobre si.

Chocalho

Nos primeiros meses de vida, enquanto não consegue agarrar objetos, o chocalho funciona como um meio de interação entre os adultos e os bebês.
Prendem a atenção dos pequenos ao estimular a audição e também a visão, sobretudo quando são coloridos. O ideal é escolher aqueles feitos de material macio, como tecido ou borracha, para que, em geral a partir dos 4 meses, possam ser manuseados e levados à boca com segurança.

Brinquedos de encaixe

A coordenação motora é estimulada quando a criança tem em mãos potes, caixinhas ou peças de montar, empilhar e encaixar. No início, por volta dos 7 meses, por tentativa e erro, descobrem as possibilidades que o brinquedo oferece: encaixar, empilhar, manusear, bater. É quando eles estudam o brinquedo procurando entender como se faz para que um fique sobre o outro, por exemplo. Surgem, então, pequenas torres, que logo são destruídas - faz parte da brincadeira! A partir de 18 meses, a graça é descobrir as formas, cores e tamanhos. Alguns desses brinquedos acompanham a criança até por volta dos 5 anos. É o caso dos kits de panelinhas e dos Legos Duplo.

Brinquedos de trajetória

Por volta dos 9 meses, os bebês percebem, por tentativa e erro, o que é necessário para atingir determinados objetivos. Entram, aí, os chamados brinquedos de trajetória em que objetos pequenos percorrem determinado caminho para causar um efeito ou atingir algum ponto. Há, por exemplo, bonecos (palhaços, animais, entre outros) com buracos onde a criança deve encaixar formas geométricas que saem em outra extremidade do brinquedo e podem disparar sons divertidos.

Brinquedos musicais

Ao brincar com objetos que produzem sons, as crianças estimulam sua audição e também atenção. Para os menores, com até 9 meses, os mais indicados  são os macios, feitos de pano ou borracha, para que possam ser manuseados e levados à boca sem apresentar perigo. A partir desta idade, já é possível entregar aos bebês brinquedos mais sofisticados, com botões ou teclas. Eles adoram "compor" suas próprias músicas e, já mais velhos, incluem os instrumentos em rodas de dança e canto.

Bonecos de pano e fantoches

Bonecos são brinquedos que vão acompanhar os pequenos por praticamente toda a infância. Não à toa é um marco o momento em que as meninas abandonam as bonecas e os meninos suas miniaturas de super-heróis, sinal de que alguém ali não é (ou não quer ser) mais criança. Enquanto isso não ocorre, porém, tais brinquedos são dos mais importantes para o desenvolvimento emocional. Os bebês atraem-se pelas feições e alguns adotam um boneco ou bichinho de pano como seu brinquedo inseparável.
Além disso, bonecos também são um meio pelo qual a criança traduz o mundo adulto para sua realidade para compreendê-lo melhor. É natural e esperado que meninos e meninas imitem seus cuidadores ao brincar com bonecas ou soldadinhos de chumbo. Nessa primeira fase da vida, os modelos mais indicados são as versões de bebês leves e macios e os bichos de pelúcia ou pano.

Crédito: Cintia Sanchez

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Por que Educar não é Brincadeira...


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sábado, 6 de julho de 2013

EBD INFANTIL


Olá pessoal, eu fiz essa apostila no curso que fiz sobre EBD INFANTIL, foi bem básica, mas ajudou muito as pessoas que participaram do curso. Ou seja, sempre é bom fazer uma reciclagem e ficar sempre em dia com o assunto que ensinamos. Espero que vocês gostem e utilizem em suas igrejas, seja dando cursos, seja em aprimoramento pessoal, seja apenas passando para alguém que vocês acreditam que vai ajudar, enfim, fiquem a vontade. Outra coisa, tenho a apostila comigo formatada, caso tenha interesse é só pedir que mando para o seu e-mail.

I - MAS PORQUE EVANGELIZAR AS CRIANÇAS?             
*Porque estão em perigo (Mateus 18:14)
*Porque é uma ordem dada por Jesus
(João 21:15/Marcos 10:14/Provérbios 22:6).

A criança é um perfeito alvo para a salvação, devido á sua sinceridade, humildade, credibilidade no que falamos; ela tem confiança em nós adultos, além de terem o coração livre de problemas que dificultam a conversão de um adulto; como vício, dúvida etc...
         A criança é o futuro da nação, o futuro da nossa igreja. Elas serão os obreiros, missionários, evangelistas e pastores de amanhã. Quando investimos em crianças, teremos menos problemas quando eles estiverem na adolescência.
Muitas pessoas dizem que o futuro da nação está nas mãos das crianças, mas esquecem de completar que o futuro das crianças está em nossas mãos.
Por isso, temos que ter a visão de alcançá-las para Cristo, e quando ganhamos uma criança para Cristo, ganhamos uma vida inteira que pode ser usada a serviço de Deus (vale lembrar que na maioria das vezes, as pessoas que tem mais amor à obra de Deus, são pessoas que foram criadas nos caminhos do Senhor).
II - O PROFESSOR CRISTÃO 
          Para o desempenho completo da função de ensinar o professor deve ser também um líder. 
              De certo modo, todos nós exercemos em algum setor da vida alguma forma de liderança. Moisés o grande condutor do Povo de Deus, foi dentro dos limites humanos um autêntico líder. 
Analisemos as qualidades do verdadeiro líder aplicando-as à pessoa de Moisés: 
1) O líder deve ser convocado ou chamado – Ex. 3:9-10 
“E agora, eis que o clamor dos filhos de Israel é vindo a mim, e também tenho visto a opressão com que os egípcios os oprimem. Vem agora, pois, e eu te enviarei a Faraó para que tires o meu povo (os filhos de Israel) do Egito.”
2) O líder deve ter preparo e treinamento antecipado – Moisés teve um treinamento de 80 anos (40 anos no palácio + 40 no deserto) 
3) O líder deve ter objetivos firmado e alvos a prosseguir- Moisés tinha um firme  propósito. 
4) O líder deve colocar seus interesses pessoais em segundo plano diante do interesse geral – Hb.11:24-26 e Ex 32:31-32 
“Pela fé Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus, que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado; Tendo por maiores riquezas o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa. “ Hb.11:24-26
“Assim tornou-se Moisés ao SENHOR, e disse: Ora, este povo cometeu grande pecado fazendo para si deuses de ouro. Agora, pois, perdoa o seu pecado, se não, risca-me, peço-te, do teu livro, que tens escrito. “ Ex 32:31-32
5) O líder deve conhecer e amar seus liderados. Moisés os conhecia e os amava. 
6) O líder não deve reter o poder em suas mãos, mas formar outros líderes – Dt 1:15 
“Tomei, pois, os chefes de vossas tribos, homens sábios e experimentados, e os tenho posto por cabeças sobre vós, por capitães de milhares, e por capitães de cem, e por capitães de cinqüenta, e por capitães de dez, e por governadores das vossas tribos. “ Dt 1:15
7) O líder não pode pensar em recompensas imediatas – 2Tm 4:6-8. 
“Porque eu já estou sendo oferecido por aspersão de sacrifício, e o tempo da minha partida está próximo. Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda.” 2 Timóteo 4:6-8
III - O PROFESSOR 
“Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina; continua nestes deveres porque fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes.” 1 Tm 4:16 
a) Cuidado de ti mesmo – O que somos (testemunho) 
b) Cuidado da Doutrina – O que ensinamos 
IV - O QUE FAZ UM LÍDER? 
1. Determina objetivos     2. Elogia quem merece 
3. Desenvolve a cooperação     4. Esclarece responsabilidades do grupo 
V - QUALIDADES DE UM LÍDER 
1- Dedicação – Acredita nos objetivos a serem atingidos 
2- Coragem – Não cede diante das barreiras 
3- Determinação –Toma decisão e luta por seus objetivos 
4- Persuasão – Inspira, motiva e persuade seus liderados. 
“ . . . O QUE ENSINA, DEDIQUE-SE NO FAZÊ-LO” Romanos 12:7 
Dedicar = Aperfeiçoar, cuidado extremo. 
VI - APERFEIÇOANDO-SE NO ENSINO: 
1) O professor precisa gostar da tarefa de ensinar: nada de bom será feito se não houver prazer naquilo que se realiza. 
2) O Professor precisa encarar seu trabalho com seriedade: Leia Eclesiastes 9:10, Jeremias 47:10 e Colossenses 3:23-24. Veja que os textos determinam que, em qualquer tarefa a ser realizada, o crente haverá de encará-la com seriedade, reconhecendo que o que faz tem reflexos na eternidade. 
3) O professor precisa ver no seu trabalho um meio de formar e modelar personalidades para Cristo: Pesquisa recente mostrou que 90% dos pastores brasileiros passaram quando crianças pela Escola Dominical. O professor estará preparando a pessoa integralmente para a vida, tanto intelectual, como moral e espiritual. 
VII - COMO TER UM BOM RELACIONAMENTO COM OS ALUNOS? 
1) AMAR SEUS ALUNOS: Não é fácil amar, principalmente quando os defeitos parecem maiores que as qualidades. Mas temos que amar incondicionalmente nossos alunos, sem preferências. Eis aí o nosso desafio. 
2) CONHECER SEUS ALUNOS: O Professor precisa fixar o nome, a fisionomia dos seus alunos. Saber de suas vidas. Conhecê-los como pessoa. Visitá-los, orar com eles e por eles. Isto acontecendo, o aluno se sentirá especial, e não simplesmente integrante de um grupo. 
3) TER UM COMPORTAMENTO DESCONTRAÍDO e HUMORADO: Um belo sorriso ilumina tudo ao redor. Não custa nada, SORRIA! Quebrar as barreiras com a alegria e descontração do bom humor.  
4) TESTEMUNHO DE VIDA:    O ensino tem de ser condizente com a vida. O professor deve ter um caráter firme, uma conduta exemplar, sem hipocrisia. Sem vida cristã honesta não há como transmitir o ensino da Palavra.                                                         “O que você faz fala tão alto que não preciso ouvir o que você diz”. “Torna-te padrão dos fiéis . . .”1Tm 4:12 
“Ninguém despreze a tua mocidade; mas sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza.”  1 Timóteo 4:12
5) TER MODÉSTIA E HUMILDADE: Modéstia e humildade tornam o professor uma 
figura simpática, acessível e querida dos alunos. O orgulho e a soberba podem se tornar uma grande barreira. 

VIII - ALGUNS PRINCÍPIOS NO TRABALHO COM CRIANÇAS: 
1-A criança não é um adulto pequeno 
2-Cada criança difere uma da outra 
3-Não se deve comparar uma criança com a outra. 
4-Não se deve preferir uma criança mais que a outra. 
IX - OBJETIVOS A SEREM ALCANÇADOS PELO PROFESSOR 

O Professor deve levar seus alunos a: 
. Reconhecer Jesus como Salvador e Senhor. 
. Freqüentar com regularidade a Escola Dominical. 
. Estudar a Bíblia diariamente.
. Participar assiduamente dos cultos. 
. Desenvolver uma vida constante de oração. 
. Uma vida de testemunho cristão que influencia outros a seguirem Jesus.
X - DISCIPLINA EM SALA DE AULA 
A. PROBLEMAS: 
1. Desatenção 
2. Atraso 
3. Falta de respeito com mais velhos 
4. Mau comportamento (conversas, bagunças...) 
B. CAUSAS BÁSICAS DO MAU COMPORTAMENTO 
1) FÍSICA 
1. Arrumação inadequada da sala 
2. Fase de crescimento 
2) SOCIAL 
1. Desejo de brincar / conversar 
2. Desejo de expandir depois do longo período de disciplina e atenção na escola secular. 
3. Desejo de atrair a atenção sobre si.    
3) INFLUÊNCIA DO LAR 
1. Falta de disciplina no lar 
2. Falta de respeito com os pais 
3. Ausência de influência religiosa 
4) ENSINO INADEQUADO 
1. Trabalho mal organizado e preparado 
2. Falta de amor e de compreensão para com a criança 
3. Atitude negativa: Pouca esperança de que a criança se comporte bem. Elas notam e agem de acordo. 
5) PROBLEMAS PSICOLÓGICOS 
1. Complexos de rejeição / inferioridade 
2. Complexo de superioridade 
XI - COMO PREPARAR A LIÇÃO
Para preparar bem a lição o professor precisa: 
a) Ter uma idéia do conjunto-trimestre. É importante conhecer o assunto do trimestre, ler todas as lições do trimestre para não avançar o assunto das próximas lições. 
b) Começar a preparar a lição com antecedência. 
c) Se preparar durante toda a semana. Estudar pelo menos 15 minutos por dia. 
d) Colecionar variedades de materiais (histórias, curiosidades, estampas, mapas, jornais, revistas e livros) e relacioná-los com o assunto da lição. 
e) Confeccionar materiais: cartazes, figuras, versículos, etc. 
XII - COMO ENSINAR OS VERSÍCULOS 
Decorar versículos bíblicos fortalece a vida espiritual da criança convertida guardando-a do pecado (Salmo 119:11; Efésios 6:17). 
O versículo deve ser ensinado sempre com a referência. Deve ser lido diretamente da Bíblia, mesmo que tenha o visual. A professora deve saber o versículo decorado antes de ensiná-lo. Explicar as palavras difíceis e o que o versículo quer dizer. 
Repetir com as crianças várias vezes durante a aula, até que elas gravem. Levar para casa o lembrete do versículo para a mãe repeti-lo durante a semana. 
Métodos visuais para os versículos: 
1) Cartazes: Escreva o versículo com letra legível e coloque um desenho ou figura que ilustre o que você está ensinando. ATENÇÃO: sempre coloque a referência completa do versículo. (de preferência sem abreviações). 
2) Gestos: Use gestos que expressem o sentido do versículo. Ex: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor” Salmo 122:1. 
3) Versículo musicado: Há muitas musicas para versículos e você também pode criar a sua. 
4) Varal: Escrever os versículos em três partes ou mais, e pendurar no varal, depois mude a ordem para ver se as crianças já sabem. 
5) Quadro negro: Escrever o versículo no quadro antes do início da aula. Depois ensiná-lo, conforme as crianças forem aprendendo, apague algumas palavras, depois tudo e só deixe a referência por último. 
Ex. de versículos: “Crê no Senhor e serás salvo”. Atos 13:31 
“Sê forte e corajoso” Josué 1.9 
“Filhos obedecei a vossos pais.” Efésios 6.1 
XIII - A IMPORTÂNCIA DOS CÂNTICOS 
A Música tem muito valor no trabalho com crianças, pois através dela as crianças aprendem as verdades bíblicas e também adoram a Deus. 
A música acalma as crianças, alegra o ambiente e eles gostam de cantar. 
Os cânticos devem ser visualizados, bem bonitos e bem feitos, para atrair a atenção das crianças e para que eles guardem a letra e a música com mais facilidade. 
A letra deve ser apropriada para cada idade. Se tiver palavras difíceis, explicá-las. Deve explicar também o que o cântico significa. 
Use sempre gestos, principalmente com os menores. Os gestos ajudam a gravar a música. 
Os cânticos devem sempre trazer verdades bíblicas. 
Os cânticos devem ser de preferência de acordo com o assunto da lição. 
Para escrever o cântico – você tem dificuldade? Compre ou escreva com sua letra mesmo. 
Ilustre o cântico com figuras que sejam relacionadas à mensagem do cântico, podem ser com gravuras, recortadas ou desenhadas por você. 
Não sabe desenhar? . . . COPIE> E comece a colecionar riscos, pois com certeza você precisará muito!!! 
XIV - O TRABALHO MANUAL 
Ao ensinar o professor visa passar para a criança, não somente teoria, mas algo prático. Toda criança gosta de atividades, e o trabalho manual é uma boa maneira de conseguir a participação dela. 
“O trabalho manual permite a expressão da criatividade, ensina habilidades manuais, desenvolve o gosto da criança, fornece uma lembrancinha da lição que ela pode levar para casa... deve ser uma ferramenta para ajudar a criança a pensar na lição, a descobrir como aplicá-la à sua vida e guardar no coração o ensino.” (APEC) 
1. O trabalho manual deve ser ligado com a lição. Não é um passatempo! 
2. Escolha com antecedência o trabalho manual para poder conseguir o material necessário. 
3. Escolher e adaptar o trabalho conforme a idade da criança. 
4. Não faça o trabalho para a criança, pode ajudá-la. 
5. Sempre prepare uma amostra do trabalho. 
6. Não exija perfeição; valorize o que cada um pode fazer. 
7. O trabalho manual não deve ocupar tempo excessivo. 
8. Ao invés das crianças fazerem sempre trabalhos para si, é melhor levá-las a fazerem alguma coisa para os outros. Ex: Cartão para ás mães, cartinhas para missionários, presentes para um amigo ou professor. 
9. Antes de iniciar a aula verifique se tem todo material necessário. 
MEDIDAS IMPORTANTES QUE AJUDARÃO O PROFESSOR 
1. Mantenha as crianças ocupadas 
2. Dê oportunidade para que gastem suas energias. 
3. Procure evitar más condições atmosféricas na classe: sala muito quente, abafada, muito vento, etc. 
4. Procure proporcionar lugares confortáveis para todos, com assentos próprios para o tamanho das crianças. Faça as crianças ficarem de frente para o professor. Evite luz direta nos olhos. 
5. Separe os mais desatentos.                                                                                                  6. Deixe lugares vagos próximo à porta para os atrasados. 
7. Remova o objeto que esteja causando desordem (guarde o objeto e devolva no fim da aula) 
8. Para pedir silêncio, pare de falar por uns segundos ou coloque o dedo sobre os lábios: nada de gritaria, pois o desespero não resolve nada. 
9. Olhe firmemente para a criança desatenta. Faça-lhe uma pergunta, chamando-a pelo nome. 
10. Detenha temporariamente um prêmio para a criança desobediente. 
11. Converse com as crianças fora da classe sempre que possível e trate-os com amor. 
12. Mandar a criança para fora da sala é o último recurso, só faça isso se depois de conversar com ela não resolver. Seja justo e mantenha sempre a simpatia da classe. 
Não fique ameaçando desnecessária e injustamente. Porém se prometer algum castigo, execute-o. 
13. Nunca castigue fisicamente. 
14. Não envergonhe uma criança diante das outras, se necessário converse com ela fora da sala. 
15. Não corrija as crianças se você estiver nervosa, espere a calma para poder falar-lhes com amor.                                                                                                                          16. Não premie a criança que só quer aparecer e chamar a atenção.                                     17. Dê responsabilidades àquelas que realmente merecem e que podem correspondê-las.
C. A RESPONSABILIDADE DO PROFESSOR 
a) Ore pela disciplina da sala e pela sua própria preparação. 
b) Ame as crianças. Elas sentirão e corresponderão a este amor. 
c) Esteja totalmente preparado - tanto na lição quanto nas outras partes da aula.      d) Apresente o material de ensino de forma tão interessante que elas não tenham tempo para distrações. 
e) Tenha ensino mais dinâmico – mantenha atividades variadas. 
f) Visite os lares das crianças e converse com seus pais. Procure saber seus problemas individuais. 
g) Seja justo e compreensivo, porém firme. 
h) Cumpra tudo que prometer – quer seja disciplina, ou seja, prêmios! 
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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Aula difícil em Realengo...



Um homem de 23 anos entrou numa Escola Municipal em realengo e disparou aleatoriamente, em duas salas de aulas, matando 12 crianças. Uma tragédia!
Para a sociedade uma perplexidade sem explicação; para a escola, um sentimento de desconstrução, de anti-educação, de anti-vida; para os pais um abismo interior de proporções inimagináveis, uma dor sem estanque, um nó apertado de forma perene na alma; para as crianças, um sentimento de insegurança, uma aula com lições muito difíceis de serem entendidas.
Tragédias como a de Realengo nos chocam e entristecem. Pessoas, de uma hora para a outra, surpreendem a todos com atitudes que redundam em atrocidades e crimes hediondos. A gravidade dos atos violentos deixa as pessoas imóveis, perplexas e impotentes.
O amor se ausenta, a paz se distancia, a segurança é negada, a valorização da vida é minimizada, a esperança míngua... Será que a morte está vencendo?
Uma desgraça como esta de Realengo é como um caldeirão de água gelada sobre todos os pontos de vistas positivos, altruístas e esperançosos com relação à humanidade e à vida.
Em tempos assim, somos convidados pela Palavra a entender que “... o mundo inteiro jaz no Maligno.” (1 João 5.19b), que “... o príncipe deste mundo já está julgado.” (João 16.11), que o amor esfria quando a inquidade se multiplica (Mt 24.12), que não podemos nos moldar aos padrões deste século, antes precisamos nos transformar pela renovação da nossa mente (Rom 12.2), pois é pecisamente no meio de uma geração corrompida e perversa que precisamos “... resplandecer como astros no mundo.” (Fil 2.15).
Mais ainda, somos lembrados pelas Escrituras que precisamos chorar com os que choram ( Rom 12.15 ) e levarmos as cargas uns dos outros para cumprirmos a lei de Cristo ( Gal 6.2 ).
São, portanto, pelos pais e irmãos daquelas 12 crianças indefesas, cruelmente assassinadas na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo; bem como por outros feridos, as nossas orações...
Aquelas crianças tiveram uma aula muito difícil, mas todos nós precisamos aprender as lições da solidariedade, da valorização da vida e,  sobretudo, da importância de levarmos Deus a sério.
O Brasil está em luto.
É tempo de silêncio, solitude, reflexão e inconformação!
Lécio Dornas
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